Com a Caravana da Poesia, em Toledo

A trupe, como sempre, curinga de possibilidades: músicas, conversas, filmes, planos, ideias. Trocas. Poesia.
O Paraná, visto por dentro, de planalto em planalto, é plano, verdinho, reto. Uma ou outra casinha no caminho que são mais solitárias que nenhuma casinha no caminho. A identificação das cidades mais exibidas, que contam nomes, dão boas vindas, te chamam pra voltar. As notícias tristes da estrada, que fazem pensar muito e agradecer. As comidas e banheiros de beira de estrada. 
O caminho… que é tão importante quanto o destino! 
 
Descer do ônibus em Toledo, foi que nem beber Jurema…
Um calorzinho que cai tão bem ao corpo, à pele, à alma. Chega de usar meias! Basta de cachecol! Adeus casacão!
É hora de deixar que o corpo respire, transpire, inspire. 
Animado grupo nos esperava em caravana: um carro atrás do outro, bexigas, buzinas, sorrisos. Era a procissão da poesia que nos escoltou e seguiu até a praça em que o Poetinha em bronze, em pé, com violão na mão inspirou cantoria. Vinícius de Moraes, feito Jesus em altar, recebeu nossas orações do jeito que ele mesmo as criou. 
Um dia com destino e chegada em Toledo vale por muitos!
Vinícius, velho, saravá!

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