livre

Como num quebra-cabeças de muitas e miúdas peças, passei a vida a tentar encontrar partes que se encaixem, se complementem, se misturem para formar grande paisagem.
 
Mas hoje, a olhar um cisne negro, de pescoço longo e movimentos sutis, esparramado num imenso parque, comecei a achar que as pequenas partes, separadas, isoladas, quietas também dão boas histórias.
 
Pra que ficar tentando colar tudo? 
 
 
 

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